Veja o Roteiro de 5 dias de Paris à Bourdeaux
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
[VIAGENS] Roteiro de 5 dias de Paris a Bordeaux
Os roteiros agora são publicados no blog http://www.abracandoomundo.com.br
Veja o Roteiro de 5 dias de Paris à Bourdeaux
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
9 Dicas de Vinhos Brazucas
Acompanho alguns blogs/twitters sobre vinhos. Recentemente lí um muito interessante c/ dicas dos vinhos brasileiros.
Está mais do que na hora de darmos o devido valor a produção nacional, sendo assim, compartilho com vcs as dicas.
Segue o link do Blog: 9 Dicas de Vinhos Brasileiros
Bons vinhos!
Está mais do que na hora de darmos o devido valor a produção nacional, sendo assim, compartilho com vcs as dicas.
Segue o link do Blog: 9 Dicas de Vinhos Brasileiros
Bons vinhos!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
[VINHOS] CARMÉNÈRE
Amigos, segue o texto retirado de um e-mail sobre o descobrimento da cepa CARMENERE no Chile.
CARMÉNÈRE O GRANDE VIDURE:
“Cepa emblemática de Chile. Antes del ataque de la Filoxera, esta variedad era ampliamente cultivada en Francia. En Chile existe desde el siglo XIX y ha sido confundida todo este tiempo con la cepa Merlot. Fue sólo en 1994 que un experto francés identificó la cepa Carmenere presente en Chile, muy diferente al Merlot. Posee un enorme potencial para la producción de vinos finos, con aromas a pimiento, frutos rojos maduros y un toque a chocolate. Es la última variedad en cosecharse en el viñedo.”
Em breve escreverei algumas dicas da recente viagem ao Chile.
Saúde!
CARMÉNÈRE O GRANDE VIDURE:
“Cepa emblemática de Chile. Antes del ataque de la Filoxera, esta variedad era ampliamente cultivada en Francia. En Chile existe desde el siglo XIX y ha sido confundida todo este tiempo con la cepa Merlot. Fue sólo en 1994 que un experto francés identificó la cepa Carmenere presente en Chile, muy diferente al Merlot. Posee un enorme potencial para la producción de vinos finos, con aromas a pimiento, frutos rojos maduros y un toque a chocolate. Es la última variedad en cosecharse en el viñedo.”
Em breve escreverei algumas dicas da recente viagem ao Chile.
Saúde!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
[VINHOS] Chardonnay
Dando continuidade aos posts sobre vinho, hoje tratarei aqui de um dos brancos que mais aprecio, o Chardonnay.
A uva é usada na composição do vinho Champagne, como responsável por seu aroma. Nos quarto cantos do mundo, vinicultores tentaram recriar, pelo menos parcialmente, o êxito que ela encontra em suas terras preferidas, na Borgonha e em Champagne. Essas tentativas mostraram que se trata de um tipo de cepa muito adaptável, que pode produzir bons vinhos variados em toda uma gama de locais. Fácil de cultivar, suporta todo tipo de clima, dos frios champanheses aos calores australianos.
Seus aromas podem ser potentes: nas regiões mais quentes, os aromas de brioche, de manteiga fresca, de avelã e de pão tostado dos Chardonnays de Borgonha darão lugar a aromas de frutos cítricos, de abacaxi e de frutas exóticas. Os maiores vinhos de Chardonnay, como os Borgonhas brancos, envelhecem bem. Outros, sobretudo aqueles que não foram envelhecidos na madeira, são feitos para ser bebidos logo. No caso da Chardonnay, tudo depende da estratégia do vinicultor.
Segundo sua classificação, o vinho pode se enquadrar tanto em seco, macio e frutado, quanto em seco, amplo e elegante. No primeiro caso, os aromas são expressivos frutados e/ou florais, combinando com cozinha de forma variada como moluscos crus ou cozidos de forma simples, massas com frutos do mar, peixe grelhado ou cozido. Bom para ser bebido nos três primeiros anos de garrafa e servido a temperatura entre 8 e 10C. Sendo amplo e elegante, possui aromas complexos e elegantes, combina com cozinha aromática: champignons, vieiras, foie gras, lagosta cozida, peixe à la creme, carnes brancas à la creme, queijo cremoso. Bom para ser bebido após três a cinco anos de envelhecimento em garrafa, a temperatura entre 10 e 12C.
Saúde!
A uva é usada na composição do vinho Champagne, como responsável por seu aroma. Nos quarto cantos do mundo, vinicultores tentaram recriar, pelo menos parcialmente, o êxito que ela encontra em suas terras preferidas, na Borgonha e em Champagne. Essas tentativas mostraram que se trata de um tipo de cepa muito adaptável, que pode produzir bons vinhos variados em toda uma gama de locais. Fácil de cultivar, suporta todo tipo de clima, dos frios champanheses aos calores australianos.
Seus aromas podem ser potentes: nas regiões mais quentes, os aromas de brioche, de manteiga fresca, de avelã e de pão tostado dos Chardonnays de Borgonha darão lugar a aromas de frutos cítricos, de abacaxi e de frutas exóticas. Os maiores vinhos de Chardonnay, como os Borgonhas brancos, envelhecem bem. Outros, sobretudo aqueles que não foram envelhecidos na madeira, são feitos para ser bebidos logo. No caso da Chardonnay, tudo depende da estratégia do vinicultor.
Segundo sua classificação, o vinho pode se enquadrar tanto em seco, macio e frutado, quanto em seco, amplo e elegante. No primeiro caso, os aromas são expressivos frutados e/ou florais, combinando com cozinha de forma variada como moluscos crus ou cozidos de forma simples, massas com frutos do mar, peixe grelhado ou cozido. Bom para ser bebido nos três primeiros anos de garrafa e servido a temperatura entre 8 e 10C. Sendo amplo e elegante, possui aromas complexos e elegantes, combina com cozinha aromática: champignons, vieiras, foie gras, lagosta cozida, peixe à la creme, carnes brancas à la creme, queijo cremoso. Bom para ser bebido após três a cinco anos de envelhecimento em garrafa, a temperatura entre 10 e 12C.
Saúde!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
[VINHOS] Cabernet Sauvignon
Corriqueiramente algumas pessoas me perguntam sobre que uva (cepas) são melhores ou mais indicadas para alguns pratos ou ocasiões. Vale lembrar que não me considero um grande conhecedor de vinhos, apenas um curioso enófilo.
Se vc não sabe o que é um enófilo, tentarei explicar plagiando Luiz Groff: -"Enólogo é o cara que diante do vinho toma decisões, e Enófilo é aquele que, diante das decisões toma vinho". (Saiba mais sobre a diferença entre enólogo, enófilo, sommelier e enochatos)
Para matar a sede de informação de amigos, e por muitas vezes minha também, resolvi escrever uma série de posts sobre algumas uvas (cepas) comumente encontradas nas casas de vinhos ou hipermercados. Neste post brindaremos a Cabernet Sauvignon, a cepa de maior prestígio no mundo inteiro.
A Cabernet Sauvignon e a Cabernet Franc, são duas variedades de base de vinho tinto de Bordeaux. A cepa só é cultivada onde se deseja obter um vinho de qualidade. Por produzir um vinho austero, tânico e muito colorido, é frequentemente mesclada com outras variedades, como a Cabernet Franc e Merlot. É o principio do corte bordalês, imitado em inúmeros vinhedos. Regiões como a Califórnia e Chile vêm obtendo excelentes resultados em seus vinhedos.
Em sua primeira juventude a Cabernet Sauvignon apresenta uma cor vermelho-escuro, com uma nota violácea, tornando-se vermelho-tijolo com o tempo. Seus aromas lembram o cassis nos vinhos jovens e a madeira de cedro nos vinhos mais evoluídos. Seu envelhecimento em barris de carvalho dá bons resultados. Um vinho Cabernet Sauvignon que não ficou em contato com a madeira será menos agradável. O gosto do vinho jovem da Cabernet Sauvignon é com frequência áspero em razão de seus taninos. São cepas de vinhos de guarda: um grande Bordeaux tinto de um bom ano continuará a melhorar durante décadas.
Recomenda-se que um Cabernet Saubignon seja bebido após um mínimo de três anos em garrafa e servido entre 16 a 17 graus Celsius. A cozinha que o acompanha deve ser rica em sabores e não muito gordurosa; são bem vindos cogumelos, entre os quais as trufas, carne vermelha grelhada ou assada.
Bons vinhos!
Se vc não sabe o que é um enófilo, tentarei explicar plagiando Luiz Groff: -"Enólogo é o cara que diante do vinho toma decisões, e Enófilo é aquele que, diante das decisões toma vinho". (Saiba mais sobre a diferença entre enólogo, enófilo, sommelier e enochatos)
Para matar a sede de informação de amigos, e por muitas vezes minha também, resolvi escrever uma série de posts sobre algumas uvas (cepas) comumente encontradas nas casas de vinhos ou hipermercados. Neste post brindaremos a Cabernet Sauvignon, a cepa de maior prestígio no mundo inteiro.
A Cabernet Sauvignon e a Cabernet Franc, são duas variedades de base de vinho tinto de Bordeaux. A cepa só é cultivada onde se deseja obter um vinho de qualidade. Por produzir um vinho austero, tânico e muito colorido, é frequentemente mesclada com outras variedades, como a Cabernet Franc e Merlot. É o principio do corte bordalês, imitado em inúmeros vinhedos. Regiões como a Califórnia e Chile vêm obtendo excelentes resultados em seus vinhedos.
Em sua primeira juventude a Cabernet Sauvignon apresenta uma cor vermelho-escuro, com uma nota violácea, tornando-se vermelho-tijolo com o tempo. Seus aromas lembram o cassis nos vinhos jovens e a madeira de cedro nos vinhos mais evoluídos. Seu envelhecimento em barris de carvalho dá bons resultados. Um vinho Cabernet Sauvignon que não ficou em contato com a madeira será menos agradável. O gosto do vinho jovem da Cabernet Sauvignon é com frequência áspero em razão de seus taninos. São cepas de vinhos de guarda: um grande Bordeaux tinto de um bom ano continuará a melhorar durante décadas.
Recomenda-se que um Cabernet Saubignon seja bebido após um mínimo de três anos em garrafa e servido entre 16 a 17 graus Celsius. A cozinha que o acompanha deve ser rica em sabores e não muito gordurosa; são bem vindos cogumelos, entre os quais as trufas, carne vermelha grelhada ou assada.
Bons vinhos!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
[VINHOS] Como escolher uma taça de vinho
Recentemente, após acabar a quase infindável mini reforma do AP que aluguei, estava nos preparatórios de fazer um queijos e vinhos para despedida de uma amiga que vai a Paris, me deparei com o dilema de escolher as taças de vinho a serem usadas.
Para um bom apreciador de vinhos, a escolha da taça e tão importante quanto a escolha do vinho a ser servido com o jantar. Na verdade, eu sempre escolho o que vou comer a partir do vinho que estou pretendendo degustar, ou seja, pra mim é a comida que acompanha o vinho e não o contrário :D
Sem mais delongas, seguem as dicas compiladas de algumas leituras sobre o tema:
As taças de vinho são importantes porque tem o objetivo de extrair o máximo possível das características de cada bebida. Assim, a taça de tinto é maior para ajudar a liberar os aromas e a de vinho Branco menor para concentrá-los.
Existem dezenas de modelos de taças de Vinho, inclusive uma para cada região importante da França, como Bordeaux e Borgonha. Mas para você usar a taça certa basta conhecer os principais modelos, que vão atender perfeitamente as suas necessidades.
As taças de Vinho tem algumas características comuns :
* Corpo separado da base por uma haste, para manter a temperatura. (portanto, NUNCA segure um copo de vinho pelo corpo, para não interferir na temperatura do vinho)
* Abertura mais estreita que o corpo, para concentrar os aromas.
* Cristal ou vidro fino, por causa da viscosidade, aromas e aeração.
* Incolor, para permitir apreciar a cor.
Além disso você deve observar algumas regras simples, mas importantes :
* A limpeza deve ser cuidadosa.
* Cuidado com excesso de detergentes.
* O conteúdo do vinho não deve ultrapassar 1\3 da Taça. (se vc deseja colocar meia garrafa em uma taça, compre uma taça proporcional a sua sede, mas não a preencha por mais de 1/3)
Dito isso, vamos conhecer um pouco de cada tipo de taças.
As taças de vinhos tinto são sempre maiores. Isso para permitir a aeração necessária aos tintos, e também por serem mais encorpados e complexos, para facilitar o desenvolvimento e a identificação dos aromas.
As taças de vinho branco são menores e tem a boca mais estreita. São menores pois como o Branco se toma mais gelado (entre 10C a 12C) isso ajuda muito a manter a temperatura, tendo a boca estreita para concentrar mais os aromas, que não são tão pronunciados como no Tinto.
Já os espumantes tem taças de corpo longo e fino, para manter a temperatura, mas principalmente para manter as bolhas dentro da bebida. As taças abertas de espumante, embora tradicionais, facilitam a saída das bolhas e não são recomendadas.
Os vinhos frisantes tem uma taças com o corpo que é um misto de vinho branco e espumante.
Já as taças de vinho de sobremesa, como o Porto, são pequenas, entretanto maiores que taças de licor.
Bons vinhos!
Para um bom apreciador de vinhos, a escolha da taça e tão importante quanto a escolha do vinho a ser servido com o jantar. Na verdade, eu sempre escolho o que vou comer a partir do vinho que estou pretendendo degustar, ou seja, pra mim é a comida que acompanha o vinho e não o contrário :D
Sem mais delongas, seguem as dicas compiladas de algumas leituras sobre o tema:
As taças de vinho são importantes porque tem o objetivo de extrair o máximo possível das características de cada bebida. Assim, a taça de tinto é maior para ajudar a liberar os aromas e a de vinho Branco menor para concentrá-los.
Existem dezenas de modelos de taças de Vinho, inclusive uma para cada região importante da França, como Bordeaux e Borgonha. Mas para você usar a taça certa basta conhecer os principais modelos, que vão atender perfeitamente as suas necessidades.
As taças de Vinho tem algumas características comuns :
* Corpo separado da base por uma haste, para manter a temperatura. (portanto, NUNCA segure um copo de vinho pelo corpo, para não interferir na temperatura do vinho)
* Abertura mais estreita que o corpo, para concentrar os aromas.
* Cristal ou vidro fino, por causa da viscosidade, aromas e aeração.
* Incolor, para permitir apreciar a cor.
Além disso você deve observar algumas regras simples, mas importantes :
* A limpeza deve ser cuidadosa.
* Cuidado com excesso de detergentes.
* O conteúdo do vinho não deve ultrapassar 1\3 da Taça. (se vc deseja colocar meia garrafa em uma taça, compre uma taça proporcional a sua sede, mas não a preencha por mais de 1/3)
Dito isso, vamos conhecer um pouco de cada tipo de taças.
As taças de vinhos tinto são sempre maiores. Isso para permitir a aeração necessária aos tintos, e também por serem mais encorpados e complexos, para facilitar o desenvolvimento e a identificação dos aromas.
As taças de vinho branco são menores e tem a boca mais estreita. São menores pois como o Branco se toma mais gelado (entre 10C a 12C) isso ajuda muito a manter a temperatura, tendo a boca estreita para concentrar mais os aromas, que não são tão pronunciados como no Tinto.
Já os espumantes tem taças de corpo longo e fino, para manter a temperatura, mas principalmente para manter as bolhas dentro da bebida. As taças abertas de espumante, embora tradicionais, facilitam a saída das bolhas e não são recomendadas.
Os vinhos frisantes tem uma taças com o corpo que é um misto de vinho branco e espumante.
Já as taças de vinho de sobremesa, como o Porto, são pequenas, entretanto maiores que taças de licor.
Bons vinhos!
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